No trecho abaixo, o autor do título e editor-chefe da revista Heart and Soul, Mike George, ensina como conhecer a si mesmo e gerenciar a sua vida com satisfação.
Quem é você? O que é você? Você é o que faz, conforme o nome do seu cargo? Você é o lugar de onde vem, conforme definido na nacionalidade? Se nascer em um estábulo, isso fará de você um cavalo? Você é o que as pessoas chamam, conforme definido por seu nome? Você é o que acredita, conforme o que chama de fé? Se você não é nenhuma dessas coisas - e não é mesmo -, o que é então? Quem é você? Não sobrou nada. Do que devemos chamá-lo então? De nada? Coisa alguma é melhor. Mas e depois? Percepção? Consciência? Alma? Espírito? Ou esses são apenas rótulos? Você consegue ir além de todos os rótulos e ser apenas você mesmo? Você. Individual. Ciente. Consciente. Livre. Um eu autoconsciente. É isso que você é. Difícil é convencer o funcionário da imigração!
A linguagem comum no mundo é a linguagem dos rótulos. E, apesar de os rótulos em uma caixa, ou as etiquetas costuradas em uma roupa, não serem o produto que descrevem, nós nos acostumamos a confundir os dois. Pensamos que somos o que diz o rótulo. E quando o rótulo é ameaçado ou muda de lugar ficamos perturbados. Achamos difícil ver a ilusão e perceber que a verdade é que não somos o que diz o rótulo. Alguns são capazes de morrer por aquele rótulo, alguns chegam a matar por ele. Não somos nossa nacionalidade, gênero, raça ou religião. Mas somos ensinados a achar que somos, e isso é extremamente pouco iluminado. Também faz da vida uma jornada extremamente dolorosa.
Não espanta que os que vivem ao nosso redor muitas vezes nos conheçam melhor do que nós mesmos. Ninguém nos ensina o valor de se conhecer bem. Como já disse o filósofo grego Sócrates, "a vida não examinada não vale a pena ser vivida" - o que significa que o eu interior raramente é plenamente conhecido. Conhecer-se a si mesmo é estar ciente da sua verdadeira identidade (espírito), real natureza (paz) e autêntico propósito (criar, dar e receber). Quando experimentar e conhecer isso, começará a entender de onde vêm emoções como raiva e depressão, dor e desconforto, vazio e ganância.Você tem de saber como e por que estes sentimentos surgem na sua personalidade, ou então a infelicidade o visitará com freqüência, prevalecerá uma ausência de significado e você sentirá que a vida não tem valor.
Pergunte-se quem e o que é, e por que está aqui. Depois se dê o presente da paciência, ouça novamente sua intuição e tudo ficará claro. Se necessário, elimine todas as coisas que você não é, que são os rótulos mencionados antes, e verifique o que sobrou. Algumas pessoas dizem que quando você faz isso, perde a identidade. Não perde. Você já perdeu a identidade nos vários rótulos e compartimentos que aprendeu erradamente a usar para descrever-se a si mesmo. Quando deixa para trás todas essas falsas identidades, começa a recuperar a consciência de seu verdadeiro eu. Esta consciência é muito mais uma experiência do que uma idéia, e por isso mesmo a meditação é a melhor forma de alcançá-la.
Se não o fizer, se não se dispuser conscientemente a experimentar quem você realmente é por trás de todos os rótulos e identidades falsas e transitórias (cargo, nacionalidade, crença etc.), poderá simplesmente repetir o mais freqüente padrão de vida humana hoje em dia, no qual quase todo ser humano nasce, vive e morre sem jamais se conhecer.
Lembre-se, a forma como você se vê influencia totalmente a forma como você vê o mundo, o que pensa sobre o mundo e, conseqüentemente, o que dá para o mundo. E o que você dá para o mundo é o que recebe de volta dele.Mas você já sabe disso, certo?
É por isso que identidade é destino.
Caça ao tesouro
Para muitas pessoas, conhecer-se a si mesmo é uma idéia esquisita. É algo tão alheio aos nossos sistemas de ensino que pode ser difícil distinguir sua relevância no dia-a-dia. Mas e se você descobrir, aos oitenta anos, que na verdade foi uma pessoa muito sábia e espirituosa, um ser dotado de percepção, iluminado? E quem disse que você não pode descobrir todas as suas latentes características interiores aos vinte anos? Auto-realização, autodescoberta, auto-entendimento e autocontrole são caminhos para a redescoberta da sua riqueza e sabedoria interiores. Não passe a vida toda fora de si mesmo. Passe algum tempo dentro de você e entenderá o verdadeiro sentido da "caça ao tesouro". Você já tem um mapa; é hora de começar a jornada.
http://www1.folha.uol.com.br/folha/publifolha/ult10037u398465.shtml
Seja bem vindo(a) ao meu Blog!!! "Aqui você encontrará artigos de motivação, liderança, coach e palavras que valorizem a vida, Qualidade de vida Também tenho moda praia, fitness
quarta-feira, 6 de agosto de 2014
segunda-feira, 4 de agosto de 2014
Seu futuro não depende da sua faculdade - Pâm Bressan
"Se você fizer o que todos fazem, no máximo vai chegar aonde todos chegam". Conhece a frase?
Ao cursar uma faculdade e se contentar com o que é “derramado” na sala de aula, você será mais na multidão dos universitários. O jovem estudante precisa criar o hábito de buscar novos conteúdos além da sala de aula, pois enquanto você pensa que estudar todas as noites e aproveitar o final de semana para descansar já está sendo o suficiente, saiba que tem uma minoria que está estudando por conta própria, se alimentando de outros conteúdos, criando novos projetos, tendo novas ideias. E adivinha quem sairá na frente na batalha do mercado?
Se você não ousar a ir além do caminho convencional, seu patamar será igual ao do seu colega universitário. Pergunto: é só isso que você quer? Você pode mais!
A escolha de ir além do que é pedido cabe sempre a nós, pois a educação e o conhecimento são matéria para a vida inteira. Mas é sua atitude que fará a diferença.
O segredo está em sua forma de pensar, que define seu comportamento. E são essas duas coisas que vão definir seus resultados.
Excelente início de semestre!
http://www.administradores.com.br/artigos/academico/o-seu-futuro-nao-depende-da-sua-faculdade/79509/.
quarta-feira, 23 de abril de 2014
4 motivos pelos quais você sempre faz as piores escolhas - Seja na vida pessoal ou profissional, somos péssimos em tomar decisões. Conheça os vilões e saiba como vencê-los
Dificilmente as pessoas estão satisfeitas com as escolhas e decisões tomadas, e o arrependimento só vem quando descobrimos que temos de conviver com essas escolhas. Um dos principais inimigos que você pode ter na hora de decidir por qual caminho enveredar não é outro senão a intuição, o ato de escolher simplesmente pela expectativa de que aquela alternativa é a melhor, e que algo diz que é o certo a se fazer. Saiba que, na maioria das vezes, esse sentimento leva a uma escolha errada -- e nas demais, gera insatisfação por lhe apresentar a dificuldades que você não esperava.
Quer um exemplo? Você pretende demitir um profissional de valor, mas que não se relaciona bem, é acomodado e fala de maneira ríspida, às vezes grosseira. E agora: demitir ou dar outra chance? "Se você parar para refletir, vai se surpreender ao constatar a rapidez com que as suas opiniões começaram a se formar", afirmam Chip e Dan Heath, autores do livro "Gente que Resolve". Citando o psicólogo Daniel Kahneman, vencedor do Nobel de Economia, eles lembram que "o estado natural da mente é ter sentimentos e opiniões intuitivas sobre quase tudo", e esses sentimentos e opiniões conduzem fatalmente a uma decisão equivocada.
Para Heath, esse processo quase imediato é provocado pelo que ele chama de "efeito holofote", ou seja, a tendência a darmos atenção exclusiva ao elemento que está sob o foco de luz, ignorando outras informações relevantes no contexto. Basicamente, o ser humano tem uma tendência natural de decidir de maneira tão míope que descarta outros fatores que possam contrariar sua opinião formada. Aquele profissional que você quer demitir pode ser querido entre os colegas, mesmo com sua fala ríspida; pode ser produtivo, apesar de não ambicioso ou criativo; ou simplesmente sua liderança pode ser ineficiente -- informações ignoradas pelo instinto.
Os maiores problemas na hora de decidir -- e como mitigá-los:
1. Visão estreita
Ao invés de fazer escolhas maniqueístas (tudo ou nada, preto ou branco), estude uma forma de conciliar as atividades de forma que nem o seu objetivo seja prejudicado nem você fique preso às consequências de uma escolha precipitada. Por exemplo: manter o emprego fixo ou largar tudo e virar empreendedor? Por que não ambos? Que tal analisar o tempo disponível e se comprometer apenas com projetos que você pode dar conta? Assim você tem uma renda mensal fixa e, com sorte e um pouco mais de trabalho, um extra no final do mês. Também há de se considerar outras possibilidades, como mudar para um emprego com menor carga horária para se dedicar a outras atividades, por exemplo. Com o tempo, seu negócio pode ter capital de giro suficiente para lhe sustentar.
Solução
O ideal é sempre multiplicar as opções, considerar todas as alternativas -- até escrevê-las em um papel, se necessário, a famosa lista dos "pontos fortes e pontos fracos". Depois dessa etapa, os irmãos Heath sugerem a metodologia "multitracking", que basicamente consiste em "considerar várias opções simultaneamente". Por fim, conhecer a experiência de alguém que já esteve diante do mesmo dilema é insubstituível e não custa nada.
2. Viés de confirmação
Já notou o quanto você se sente confortável cercando-se de notícias, dados e análises que favorecem a sua visão de mundo, suas ideologias, seu modo de pensar? E como isso faz com que você se sinta moral e intelectualmente superior, certo? Nada mais desastroso: você toma uma decisão intuitivamente, cerca-se apenas de informações que corroborem sua decisão e, no final, fracassa e não entende por quê. Segundo conversas, foi mais ou menos o que aconteceu com determinado ex-multibilionário brasileiro. Mate o mensageiro das más notícias e dê ouvidos aos bajuladores que falam o que você gosta de ouvir; para coroar, tome uma péssima decisão julgando-a indefectível. Só que não. "O problema do viés de confirmação é que ele nos dá a ilusão de ser um processo bastante científico. Afinal, estamos coletando dados", explicam os autores, enfatizando que nem mesmo as pessoas mais críticas e previdentes estão livres do problema.
Solução
Seja um pouco paranóico, preveja o pior e faça com que a média ponderada resulte em algo próximo da realidade. Os autores revelam que quase todas as operações de fusões e aquisições de empresas nos Estados Unidos custam muito caro e não se pagam. E o principal motivo é a firme crença dos executivos de que eles próprios têm o toque de Midas necessário para transformar uma empresa deficitária em uma máquina de faturamento. Um estudo citado no livro indica que, quanto mais reforços positivos (para usar um chavão da Psicologia) um CEO recebe -- elogios da imprensa, bom desempenho em trabalhos recentes e altos salários -- mais caro o preço que ele se dispõe a pagar em uma aquisição/fusão. Observe o panorama e os detalhes da decisão, sem negligenciar nada e ignore o ego alto demais.
3. Emoções imediatas
Todas as análises mostram que determinada decisão é a mais segura. Você fecha os ouvidos para elogios e martela o juízo em busca de uma decisão sensata, ouve pessoas mais experientes e, finalmente, bate o pé. Mas na hora crítica da decisão, bate aquele sentimento descrito no primeiro tópico: "algo me diz que essa outra decisão é melhor". E, contra todos os conselhos, coloca os pés pelas mãos. Isso acontece porque um fator foi eliminado na equação: a emoção. "Quando temos uma decisão difícil a tomar, nossos sentimentos entram em polvorosa. Remoemos os mesmos argumentos na cabeça. Ficamos aflitos com as nossas circunstâncias. Mudamos de ideia da noite para o dia e do dia para a noite", relatam Chip e Dan Heath.
Solução
"Nesse momento o que mais precisamos é de perspectiva", dizem os autores. Para eles, qualquer emoção é um "conselheiro questionável" na hora de tomar quaisquer decisões -- seja na vida pessoal, seja nos negócios. Como na vida não existe "ctrl+z", eles recomendam que decisões importantes sejam sempre tomadas no dia seguinte. Mas não apenas isso: é necessário ter uma estratégia: saber em que terreno está pisando, os riscos, e manter em mente o que você quer. Em suma, é preciso ter perspectiva, e não ficar cego pelas emoções, ou pior: tomar uma decisão enquanto isso.
4. Despreparo para o erro
Nem tudo é infalível. Quando se trata de decisões, lida-se com um cenário de incertezas, e por mais que a tendência aponte para um lugar, nunca se sabe o que irá acontecer no futuro com irredutível certeza. Sua decisão pode ter sido tomada às cegas, com base na intuição, e ter sucesso inesperado. Você pode se debruçar em análises e processos, e mesmo assim amargar as consequências de uma péssima decisão. Todas as dicas acima podem ser inúteis ou não. Em todo caso, é preciso estar preparado para o erro, para o fato de que sua decisão pode ser equivocada, e trabalhar para minimizar as consequências. Erros acontecem com os inteligentes, com os metódicos, com os intuitivos, com os arrogantes e quaisquer outros.
Solução
Lide com isso. Todo o que foi mostrado acima serve para mitigar as possibilidades de fracasso e aumentar as probabilidades de sucesso das decisões. É preciso estar preparado para o erro, se antecipar à circunstância adversa, ter o extintor à mão não por esperar um incêndio, mas por saber que ele pode acontecer. O mais importante: entenda o que deu errado, mantenha a racionalidade do processo para evitar o mesmo erro outra vez. Com o tempo, irá desenvolver a capacidade preditiva.
Livro: Gente que Resolve, por Chip Heath e Dan Heath.
sábado, 19 de abril de 2014
O significado da Páscoa...
A Páscoa é uma festa cristã que celebra a ressurreição de Jesus Cristo. Depois de morrer na cruz, seu corpo foi colocado em um sepulcro, onde ali permaneceu, até sua ressurreição, quando seu espírito e seu corpo foram reunificados. É o dia santo mais importante da religião cristã, quando as pessoas vão às igrejas e participam de cerimônias religiosas.
Muitos costumes ligados ao período pascal originam-se dos festivais pagãos da primavera. Outros vêm da celebração do Pessach, ou Passover, a Páscoa judaica. É uma das mais importantes festas do calendário judaico, que é celebrada por 8 dias e comemora o êxodo dos israelitas do Egito durante o reinado do faraó Ramsés II, da escravidão para a liberdade. Um ritual de passagem, assim como a "passagem" de Cristo, da morte para a vida.
No português, como em muitas outras línguas, a palavra Páscoa origina-se do hebraico Pessach. Os espanhóis chamam a festa de Pascua, os italianos de Pasqua e os franceses de Pâques.
Assim se escreve "Feliz Páscoa" em diferentes idiomas:
Muitos costumes ligados ao período pascal originam-se dos festivais pagãos da primavera. Outros vêm da celebração do Pessach, ou Passover, a Páscoa judaica. É uma das mais importantes festas do calendário judaico, que é celebrada por 8 dias e comemora o êxodo dos israelitas do Egito durante o reinado do faraó Ramsés II, da escravidão para a liberdade. Um ritual de passagem, assim como a "passagem" de Cristo, da morte para a vida.
No português, como em muitas outras línguas, a palavra Páscoa origina-se do hebraico Pessach. Os espanhóis chamam a festa de Pascua, os italianos de Pasqua e os franceses de Pâques.
Assim se escreve "Feliz Páscoa" em diferentes idiomas:

A festa tradicional associa a imagem do coelho, um símbolo de fertilidade, e ovos pintados com cores brilhantes, representando a luz solar, dados como presentes. A origem do símbolo do coelho vem do fato de que os coelhos são notáveis por sua capacidade de reprodução. Como a Páscoa é ressurreição, é renascimento, nada melhor do que coelhos, para simbolizar a fertilidade!

Vamos ver agora como surgiu o chocolate...
Quem sabe o que é "Theobroma"? Pois este é o nome dado pelos gregos ao "alimento dos deuses", o chocolate. "Theobroma cacao" é o nome científico dessa gostosura chamada chocolate. Quem o batizou assim foi o botânico sueco Linneu, em 1753.
Mas foi com os Maias e os Astecas que essa história toda começou. O chocolate era considerado sagrado por essas duas civilizações, tal qual o ouro.Na Europa chegou por volta do século XVI, tornando rapidamente popular aquela mistura de sementes de cacau torradas e trituradas, depois juntada com água, mel e farinha. Vale lembrar que o chocolate foi consumido, em grande parte de sua história, apenas como uma bebida.
Em meados do século XVI, acreditava-se que, além de possuir poderes afrodisíacos, o chocolate dava poder e vigor aos que o bebiam. Por isso, era reservado apenas aos governantes e soldados.
Aliás, além de afrodisíaco, o chocolate já foi considerado um pecado, remédio, ora sagrado, ora alimento profano. Os astecas chegaram a usá-lo como moeda, tal o valor que o alimento possuía.
Chega o século XX, e os bombons e os ovos de Páscoa são criados, como mais uma forma de estabelecer de vez o consumo do chocolate no mundo inteiro. É tradicionalmente um presente recheado de significados. E não é só gostoso, como altamente nutritivo, um rico complemento e repositor de energia. Não é aconselhável, porém, consumí-lo isoladamente. Mas é um rico complemento e repositor de energia.

Vamos ver agora como surgiu o chocolate...
Quem sabe o que é "Theobroma"? Pois este é o nome dado pelos gregos ao "alimento dos deuses", o chocolate. "Theobroma cacao" é o nome científico dessa gostosura chamada chocolate. Quem o batizou assim foi o botânico sueco Linneu, em 1753.
Mas foi com os Maias e os Astecas que essa história toda começou. O chocolate era considerado sagrado por essas duas civilizações, tal qual o ouro.Na Europa chegou por volta do século XVI, tornando rapidamente popular aquela mistura de sementes de cacau torradas e trituradas, depois juntada com água, mel e farinha. Vale lembrar que o chocolate foi consumido, em grande parte de sua história, apenas como uma bebida.
Em meados do século XVI, acreditava-se que, além de possuir poderes afrodisíacos, o chocolate dava poder e vigor aos que o bebiam. Por isso, era reservado apenas aos governantes e soldados.
Aliás, além de afrodisíaco, o chocolate já foi considerado um pecado, remédio, ora sagrado, ora alimento profano. Os astecas chegaram a usá-lo como moeda, tal o valor que o alimento possuía.
Chega o século XX, e os bombons e os ovos de Páscoa são criados, como mais uma forma de estabelecer de vez o consumo do chocolate no mundo inteiro. É tradicionalmente um presente recheado de significados. E não é só gostoso, como altamente nutritivo, um rico complemento e repositor de energia. Não é aconselhável, porém, consumí-lo isoladamente. Mas é um rico complemento e repositor de energia.
E o coelho?
A tradição do coelho da Páscoa foi trazida à América por imigrantes alemães em meados de 1700. O coelhinho visitava as crianças, escondendo os ovos coloridos que elas teriam de encontrar na manhã de Páscoa.
Uma outra lenda conta que uma mulher pobre coloriu alguns ovos e os escondeu em um ninho para dá-los a seus filhos como presente de Páscoa. Quando as crianças descobriram o ninho, um grande coelho passou correndo. Espalhou-se então a história de que o coelho é que trouxe os ovos. A mais pura verdade, alguém duvida?
No antigo Egito, o coelho simbolizava o nascimento e a nova vida. Alguns povos da Antigüidade o consideravam o símbolo da Lua. É possível que ele se tenha tornado símbolo pascal devido ao fato de a Lua determinar a data da Páscoa.
Mas o certo mesmo é que a origem da imagem do coelho na Páscoa está na fertililidade que os coelhos possuem. Geram grandes ninhadas!
Mas por que a Páscoa nunca cai no mesmo dia todo ano?
O dia da Páscoa é o primeiro domingo depois da Lua Cheia que ocorre no dia ou depois de 21 março (a data do equinócio). Entretanto, a data da Lua Cheia não é a real, mas a definida nas Tabelas Eclesiásticas. (A igreja, para obter consistência na data da Páscoa decidiu, no Conselho de Nicea em 325 d.C, definir a Páscoa relacionada a uma Lua imaginária - conhecida como a "lua eclesiástica").
A Quarta-Feira de Cinzas ocorre 46 dias antes da Páscoa, e portanto a Terça-Feira de Carnaval ocorre 47 dias antes da Páscoa. Esse é o período da quaresma, que começa na quarta-feira de cinzas.
Com esta definição, a data da Páscoa pode ser determinada sem grande conhecimento astronômico. Mas a seqüência de datas varia de ano para ano, sendo no mínimo em 22 de março e no máximo em 24 de abril, transformando a Páscoa numa festa "móvel".
De fato, a seqüência exata de datas da Páscoa repete-se aproximadamente em 5.700.000 anos no nosso calendário Gregoriano.
A tradição do coelho da Páscoa foi trazida à América por imigrantes alemães em meados de 1700. O coelhinho visitava as crianças, escondendo os ovos coloridos que elas teriam de encontrar na manhã de Páscoa.
Uma outra lenda conta que uma mulher pobre coloriu alguns ovos e os escondeu em um ninho para dá-los a seus filhos como presente de Páscoa. Quando as crianças descobriram o ninho, um grande coelho passou correndo. Espalhou-se então a história de que o coelho é que trouxe os ovos. A mais pura verdade, alguém duvida?
No antigo Egito, o coelho simbolizava o nascimento e a nova vida. Alguns povos da Antigüidade o consideravam o símbolo da Lua. É possível que ele se tenha tornado símbolo pascal devido ao fato de a Lua determinar a data da Páscoa.
Mas o certo mesmo é que a origem da imagem do coelho na Páscoa está na fertililidade que os coelhos possuem. Geram grandes ninhadas!
Mas por que a Páscoa nunca cai no mesmo dia todo ano?
O dia da Páscoa é o primeiro domingo depois da Lua Cheia que ocorre no dia ou depois de 21 março (a data do equinócio). Entretanto, a data da Lua Cheia não é a real, mas a definida nas Tabelas Eclesiásticas. (A igreja, para obter consistência na data da Páscoa decidiu, no Conselho de Nicea em 325 d.C, definir a Páscoa relacionada a uma Lua imaginária - conhecida como a "lua eclesiástica").
A Quarta-Feira de Cinzas ocorre 46 dias antes da Páscoa, e portanto a Terça-Feira de Carnaval ocorre 47 dias antes da Páscoa. Esse é o período da quaresma, que começa na quarta-feira de cinzas.
Com esta definição, a data da Páscoa pode ser determinada sem grande conhecimento astronômico. Mas a seqüência de datas varia de ano para ano, sendo no mínimo em 22 de março e no máximo em 24 de abril, transformando a Páscoa numa festa "móvel".
De fato, a seqüência exata de datas da Páscoa repete-se aproximadamente em 5.700.000 anos no nosso calendário Gregoriano.
Fonte:Venus.RDC.PUC/RJ
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
AFINAL, O QUE É A ESPERANÇA???
No dicionário encontramos a seguinte definição: "Esperança é uma crença emocional na possibilidade de resultados positivos relacionados com eventos e circunstâncias da vida pessoal. A esperança requer uma certa perseverança — i.e., acreditar que algo é possível mesmo quando há indicações do contrário. O sentido de crença deste sentimento o aproxima muito dos significados atribuídos à fé."
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Para muitos no mundo de hoje a palavra ESPERANÇA perdeu seu maior significado. Hoje muitos acreditam que ESPERANÇA,que ESPERAR, é perder tempo, é ilusão, é viver de sonhos que não se realizam. Ao contrário do que muitos pensam, a Esperança não é passiva, ela faz com que ajamos na direção do que se espera.
Na minha vida a ESPERANÇA sempre teve um grande valor, sempre foi o motor que me motiva, entusiasma, fortalece, da coragem, alegria, vida e fé e me impulsiona na direção do meu objetivo e sonho.
Pela Esperança passei anos vivendo e lutando para que uma certa situação desse certo.... lutei, me motivei, com coragem, força e fé fiz tudo que estava ao meu alcance para que se realizasse....nada mudou..... fiquei eu iludida????
Pela Esperança esperei, me dediquei a pessoas e acontecimentos para que mudassem uma realidade que sempre me incomodou.... nada mudou... fiquei eu iludida????
Pela Esperança esperei muitos anos para que um amor acontecesse e virasse realidade.... nada aconteceu... fiquei eu iludida????
Muitos vendo minha vida, me desvalorizaram, desprezaram, criticaram, condenaram, me chamaram de sonhadora, de viver em ilusão etc...
Mas ao contrário de tudo e de todos, ao contrário de resultados, ainda sim acredito na ESPERANÇA, palavra mágica que é capaz de refazer das cinzas nossa força, nossa fé, nossa alegria em viver.
Hoje vejo com nitidez que não estava iludida em ESPERAR, em viver NA ESPERANÇA. O erro talvez foi Esperar em pessoas que não tem Esperança e por isso nada fazem para as coisas mudarem.
Viver em ilusão acredito eu que sejam a vida dessas pessoas que nada fizeram para mudar a "realidade" que tanto pregam, realidade essa muitas vezes muito dura mesmo, mas se tivessem a ESPERANÇA como guia poderiam ter agido com atitudes que essa realidade pudesse mudar. Iludido acredito que vivam as pessoas sem esperança, que se acomodaram no que chamam de "dura realidade" e nada fazem para melhorar.
A ESPERANÇA para mim é minha vida, é minha força, é minha perseverança, entusiasmo, alegria, luz que ilumina minha fé... ELA (A Esperança) é que me faz caminhar, suportar, conquistar o que é impossível para muitos.
Tenho dó de quem não tem Esperança, porque quem não A tem, vive uma vida de escuridão, sem sonhos e objetivos a realizar e por isso não dão passos em direção a vida e vivem a se lamentar sobre a "dura realidade" que não querem mudar. Essas pessoas existem mas não vivem.
E para você, afinal, o que é ESPERANÇA????
Muitos vendo minha vida, me desvalorizaram, desprezaram, criticaram, condenaram, me chamaram de sonhadora, de viver em ilusão etc...
Mas ao contrário de tudo e de todos, ao contrário de resultados, ainda sim acredito na ESPERANÇA, palavra mágica que é capaz de refazer das cinzas nossa força, nossa fé, nossa alegria em viver.
Hoje vejo com nitidez que não estava iludida em ESPERAR, em viver NA ESPERANÇA. O erro talvez foi Esperar em pessoas que não tem Esperança e por isso nada fazem para as coisas mudarem.
Viver em ilusão acredito eu que sejam a vida dessas pessoas que nada fizeram para mudar a "realidade" que tanto pregam, realidade essa muitas vezes muito dura mesmo, mas se tivessem a ESPERANÇA como guia poderiam ter agido com atitudes que essa realidade pudesse mudar. Iludido acredito que vivam as pessoas sem esperança, que se acomodaram no que chamam de "dura realidade" e nada fazem para melhorar.
A ESPERANÇA para mim é minha vida, é minha força, é minha perseverança, entusiasmo, alegria, luz que ilumina minha fé... ELA (A Esperança) é que me faz caminhar, suportar, conquistar o que é impossível para muitos.
Tenho dó de quem não tem Esperança, porque quem não A tem, vive uma vida de escuridão, sem sonhos e objetivos a realizar e por isso não dão passos em direção a vida e vivem a se lamentar sobre a "dura realidade" que não querem mudar. Essas pessoas existem mas não vivem.
E para você, afinal, o que é ESPERANÇA????
MONICA MARTINO
quinta-feira, 14 de novembro de 2013
sexta-feira, 16 de agosto de 2013
Esperança, paciencia e atitude - Monica Martino
Esperança
“Do Aurélio podemos obter isso: Ato de esperar o que se
deseja, a expectativa, a
espera, a fé, a confiança em conseguir o que deseja. Aquilo
que se espera ou deseja.”
Mas esperança vai muito mais além de esperar o que se deseja.
Na Biblia encontramos a seguinte frase : “Sabemos que todas as coisas cooperam para o
bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu
propósito. Porquanto aos que de antemão conheceu, também os predestinou para
serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito
entre muitos irmãos” (Rm 8:28-29).
Se conseguíssemos ver realmente com convicção “que todas as coisas cooperam para o bem ...” entenderíamos
mais o significado de Esperança. Não é só espera, é saber que mesmo nas
adversidades, todas as coisas são boas em si e estão se transformando naquilo
que deverá ser. Comparo aqui como uma semente plantada, a semente germina em
seu tempo, e vai se transformando aos poucos naquilo que ela deve ser.
Não adianta por exemplo plantar uma semente de uma fruta hoje
e esperar que ela amanha já se transforme em uma grande arvore frutífera. Isso
não acontece e quem coloca sua esperança nessa idéia de que amanha já será uma
arvore com certeza se decepcionará.
Aqui coloco também o conceito de pressa de acordo com o dicionário:
“Ausência de calma; falta de paciência; impaciência, precipitação. Necessidade
súbita de fazer ou conseguir alguma coisa; urgência;”
Podemos perceber que a pressa é inimiga da esperança. Se soubéssemos
viver a esperança em seu sentido real, saberíamos que a pressa não traz nenhum
beneficio, pelo contrário, muitas vezes as precipitações pela pressa atrapalha
o curso natural dos resultados.
“o espaço do tempo entre a procura e a resposta, é que na
vida nada melhor que um dia após o outro. o tempo sempre nos traz á luz aquilo
que não conseguimos enxergar de imediato, porque a pressa encobre nossa visão.
consequentemente, a paciência produz a experiência, e a experiência nos conduz
á esperança. quem quiser colher frutos no futuro, precisa aprender a plantar
esperança e paciência. logo, por que apressar o rio se ele corre sozinho e
naturalmente?"
Concluindo então, a esperança e a paciência, juntamente com
atitude é a resposta mais sabia para conseguirmos realizar nossos desejos,
sonhos e projetos com maturidade e obtermos
a vitória e sucesso que tanto almejamos.
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