sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Anjo - Roupa Nova


Se você vê estrelas demais
Lembre que um sonho não volta atrás
Chega perto e diz: "Anjo!"
Se você sente o corpo colar
Solte o seu medo bem devagar
Chega perto e diz: "Anjo!"
Bem mais perto diz: "Anjo!"
Se uma coisa louca sai do seu olhar
Fique em silêncio, deixe o amor entrar
Prá que tanta pressa de chegar?
Se eu sei o jeito e o lugar
Se eu sei o jeito e o lugar
Se você vê estrelas demais
Lembre que o sonho não volta atrás
Chega perto e diz: "Anjo!"
Se você sente o corpo colar
Solte o seu medo bem devagar
Chega perto e diz: "Anjo!"
Bem mais perto e diz: "Anjo!"
Se uma coisa louca sai do seu olhar
Fique em silêncio, deixe o amor entrar
Prá que tanta pressa de chegar?
Se eu sei o jeito e o lugar
Se eu sei o jeito e o lugar
Oh! Oh! Oh! Yeah!
Anjo! Anjo! Anjo!
Oh! Oh! Anjo!

domingo, 1 de julho de 2012

Bento XVI: "A cura do corpo e da alma se dá pela fé"

A cura do corpo e do espírito esteve no centro da alocução do Santo Padre neste domingo, que falou aos fiéis e peregrinos presentes na Praça São, vindos para a oração mariana do Angelus. Bento XVI trouxe a narrativa de Marcos sobre duas curas milagrosas que Jesus realizou para duas mulheres, ressaltando como a fé é a nossa cura.
Os dois episódios narrados pelo evangelista falam da cura da filha de um dos chefes da sinagoga e de uma mulher que sofria de hemorragia.
No primeiro, Jesus recebe a notícia de que a filha de Jairo está morta, leva o homem até onde está o corpo da criança, dizendo-lhe para que não tenha medo, apenas fé. Chegando onde ela estava, Jesus diz: “Menina, eu te digo: levanta-te!” (v.41). Ela levantou e começou a caminhar. O Santo Padre comentou o episódio, destacando o que disse São Jerônimo sobre o mesmo, ou seja, “menina, levanta-te por mim, não por mérito teu, mas pela minha graça”. Aqui se destaca a potência salvífica de Jesus.
Sobre o segundo episódio, o Papa disse:
“Esse episódio coloca novamente em evidência como Jesus tenha vindo para liberar o ser humano na sua totalidade. De fato, o milagre desenvolve-se em duas fases: primeiro se dá a cura física, mas ela está estritamente ligada a uma cura mais profunda, aquela que dá a graça de Deus a quem se abre a Ele com fé”.
E o Papa retoma: “Jesus disse à mulher: ‘filha, a tua fé salvou-te. Vai em paz e sejas curada do teu mal’ (MC 5,34)”. “Essas duas narrativas de cura são, para nós, um convite a superarmos uma visão puramente horizontal e materialista da vida. A Deus nós pedimos tantas curas de problemas, de necessidades concretas, e é justo que seja assim, mas aquilo que devemos pedir com insistência é uma fé sempre maior, para que o Senhor renove a nossa vida, e uma firme confiança no seu amor, na sua providência, que não nos abandona”.
O Santo Padre lembrou então da importância das pessoas que dedicam suas vidas a cuidar da saúde dos que estão doentes, “que os ajudam a levar a sua cruz”, chamando-os de “reservatórios de amor”. São pessoas que, conforme ressaltou Bento XVI, precisam de uma forte formação profissional, mas também, “e principalmente – disse o Papa -, uma formação de coração”. “É preciso conduzi-los ao encontro com Deus que suscite neles o amor e abra a sua alma ao próximo”.
Após a sua alocução, o Papa conduziu a oração mariana do Angelus e saudou a todos os presentes nas suas diversas línguas. Dirigiu uma saudação especialmente aos brasileiros e concedeu a todos a sua Bênção Apostólica.

sábado, 23 de junho de 2012

Um passo antes - Gilberto Cabeggi

Ponderação é a palavra.
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É nela que está o segredo do equilíbrio e de uma vida mais rica e feliz.
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Hoje em dia cada vez mais agimos pela precipitação. É a pressa desenfreada que nos faz ansiosos e com frequência nos reserva o que há de pior na vida.
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Existem duas frases bem conhecidas que nos dizem exatamente isso: “O apressado come cru” e “O segundo rato é o que come o queijo… O primeiro fica preso na ratoeira”.
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Da próxima vez que você for agir, pare, dê um passo atrás e pense nestas verdades:
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Consciência: Antes de escrever, pense.
Aquilo que você escreve atesta o que você pensa e reforça o que você é. Mais ainda, comprova a sua intenção e o que há em seu coração. Portanto, se não for para deixar algo bom no mundo, não escreva.
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Justiça: Antes de julgar, espere pelos fatos.
Lembre-se que os fatos dizem por si o que tem de ser dito. Não seja você aquele que vai julgar o seu irmão. Primeiro porque você não tem esse direito. Depois, nem ao menos tem essa condição.
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Prudência: Antes de gastar, ganhe.
Endividar-se não é a melhor opção. Quando você deve, entrega junto o seu sossego. É um preço alto demais para pagar, qualquer que seja o benefício que receba em troca.
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Respeito: Antes de falar, escute.
Quando conversar com alguém, escute o que ele diz. Quando você fizer uma pergunta, ouça a resposta. Quando der sua opinião, seja consciente. Adote por hábito mais ouvir do que falar. E nunca diga o que não precisa ser dito. Nunca perca a chance de ficar com a boca fechada.
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Ponderação: Antes de acusar, reflita.
Não seja aquele que aponta o dedo para um irmão. Acusação é algo muito sério. Nunca levante um testemunho pelo simples prazer de acusar. Você não sabe o quanto aperta o sapato do outro. E por isso não pode julgar a sua dor.
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Perseverança: Antes de desistir, tente mais uma vez.
Em tudo o que você fizer é permitido errar. Porque é dos erros, mais do que dos acertos, que sai o seu aprendizado, o seu amadurecimento na vida. Não se sinta derrotado jamais. Sempre tente mais uma vez, quando seu coração diz que você está no caminho.
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Pureza: Antes de orar, perdoe.
Você não entra em uma casa encerada com os pés sujos de lama. Da mesma forma, não deve ter seu coração sujo pela mágoa, quando visita a sua fé. Orar a Deus exige que se tenha perdoado a todos aqueles que o magoaram. Senão a sua oração não será sincera e não será verdadeira. Quando você perdoa, sua oração entrega a Ele a pureza de seu coração e de suas intenções.
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Da próxima vez que for agir, em qualquer situação, respire fundo, pare e sinta o momento. Só depois tome, com consciência e clareza, a sua decisão.
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Moral da história:
Ponderação é o segredo. A sua vida só começa a mudar a partir de si mesmo. O que você conquista em sua alma se reflete em tudo mais!
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Pense sobre isso!
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Um abraço e muita Paz!
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Gilberto Cabeggi
Escritor – Assessor Editorial – Ghost Writer

terça-feira, 19 de junho de 2012

Amar e confiar - Gilberto Cabeggi

De todas as necessidades básicas do ser humano, a que supera todas as outras é a de ter alguém para amar.
Mas não basta amar. É preciso também ser amado por aquele alguém que se ama.
Só que muita gente tem uma ideia totalmente errada do que seja amar. Ao contrário de quase tudo o que se pensa, amar não é apenas deixar brotar o sentimento de bem-querer. Esse pode ser apenas o começo do verdadeiro amor. Mas é preciso cuidar desse sentimento depois que ele brota, para ver o verdadeiro amor dar frutos.
Amar e ser amado é um exercício constante de cultivo da semente do amor e de cuidados com essa planta tão delicada, mas que enche de cor e perfume a nossa vida.
O verdadeiro amor precisa, para se fortalecer e se consolidar, de bom relacionamento, de cumplicidade, de carinho e, acima de tudo, de confiança mútua.
O amor enfraquece quando a confiança não se estabelece. O amor definha quando é questionado além do que convém.
O ciúme é tempero e é bom para dar mais sabor à relação. Mas como qualquer tempero, o excesso estraga o sabor do prato principal.
Para o amor crescer saudável, é preciso que se tenha ele como a coisa mais importante e verdadeira em uma relação. E que o restante seja apenas complemento, seja apenas o acompanhamento da refeição principal.
Tudo o que o Amor pede é sinceridade, dedicação e entrega. Uma entrega que só é possível quando se confia no ser amado, acima de todas as coisas terrenas.
Difícil? Talvez…
Impossível?… Nunca!
Tudo se resume a aprendermos a amar e confiar.
Amar e confiar… Não dá para ser diferente disso.
Senão o que chamamos de amor se torna uma verdadeira prisão.
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Pense sobre isso!
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Um abraço e muita Paz!
Gilberto Cabeggi

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Como Uma Onda - Lulu Santos

Nada do que foi será
De novo do jeito que já foi um dia
Tudo passa
Tudo sempre passará
A vida vem em ondas
Como um mar
Num indo e vindo infinito
Tudo que se vê não é
Igual ao que a gente
Viu há um segundo
Tudo muda o tempo todo
No mundo
Não adianta fugir
Nem mentir
Pra si mesmo agora
Há tanta vida lá fora
Aqui dentro sempre
Como uma onda no mar
Como uma onda no mar
Como uma onda no mar
Nada do que foi será
De novo do jeito
Que já foi um dia
Tudo passa
Tudo sempre passará
A vida vem em ondas
Como um mar
Num indo e vindo infinito
Tudo que se vê não é
Igual ao que a gente
Viu há um segundo
Tudo muda o tempo todo
No mundo
Não adianta fugir
Nem mentir pra si mesmo agora
Há tanta vida lá fora
Aqui dentro sempre
Como uma onda no mar
Como uma onda no mar
Como uma onda no mar
Como uma onda no mar
Como uma onda no mar

sexta-feira, 15 de junho de 2012

A beleza da vida - Gilberto Cabeggi

Certa vez uma leitora me pediu que comentasse sobre o significado da seguinte frase: “Que a morte de um ente querido seja luz para a nossa vida!”.
À primeira impressão, pode nos parecer que essa afirmação seja totalmente incoerente. “Como pode a morte de alguém que amamos servir-nos de luz?” – você poderia perguntar.
Vou procurar falar disso sem tocar em nenhuma religião em específico, para não parecer tendencioso.
Vivi muitos ano no Japão e lá as estações do ano são muito bem definidas. Então, aprendi a observar com cuidado o ciclo da vida.
No outono, as folhas das árvores começam a mudar de cor, tornam-se vermelhas, ou alaranjadas, ou marrons, até que caem todas, deixando as árvores apenas nos troncos e galhos.
Então, entra o inverno…
Durante todo o inverno, as árvores ficam desfolhadas, secas, com a aparência nítida de que não têm vida, de que morreram para sempre. Os insetos somem, os pássaros desaparecem, a temperatura esfria, como se o sol não voltasse mais a nos aquecer, o céu fica cinza e só clareia quando a neve cai e cobre todo o solo. A vegetação, já aparentemente sem vida, some então sob a neve. Tudo é muito triste e parece ser o fim.
E depois, chega a primavera…
O céu se abre aos poucos e, com os primeiro raios de sol da primavera, de repente, podemos observar uma borboleta saindo do casulo, alguns insetos voando, aranhas, na maioria filhotes que acabaram de sair dos ovos, armando suas teias, pássaros piando, depois voando, depois cantando, depois montando seus ninhos. E os novos filhotes ganhando os céus e trazendo música para a vida.
Olhando-se mais de perto para aquelas árvores aparentemente sem vida, passamos a observar centenas de pequenos brotos, cheios de força, sendo chamados novamente à vida.
Depois de poucas semanas, toda a exuberância da natureza está restabelecida, toda a beleza nos é devolvida. Toda a vida renasce daquilo que poderíamos jurar que estava morto.
É assim o ciclo da vida…
Mas o que isso tem a ver com a pergunta daquela leitora?
Bem, eu disse que não falaria de religião, mas não disse que não falaria de Deus. Então eu lhe faço apenas uma pergunta: “Se Deus tem todo esse cuidado com o restante da natureza, por que razão não teria esses mesmos cuidados, ou até mesmo ainda mais cuidados, conosco, que somos Seus filhos feitos à Sua semelhança?”
Isso tudo, para mim, diz apenas uma coisa: a vida não termina. Ou ainda, a NOSSA vida também não termina. Ela se renova a cada primavera (ou a cada morte e a cada nascimento).
Não vou entrar no mérito dessa questão para, como eu já disse, não ser tendencioso. Mas não posso negar a grandeza deste mundo de Deus, que pude presenciar por anos a fio observando a natureza.
Então, se pensarmos que somos partes desse imenso universo de Deus e, como tudo, apenas nos renovamos, por que deveríamos temer ou chorar a morte?
Veja bem, não estou dizendo que não tenhamos sentimentos de tristeza com a separação de nossos entes queridos. Apenas quero dizer que, quando um ente querido se vai do nosso convívio, devemos sim curtir a nossa tristeza, pois isso faz parte da nossa natureza e é necessário para lavar a nossa alma e refrescar o nosso coração. Mas podemos também aprender a ver nessa partida a beleza da renovação da vida.
A partida de um ente querido pode nos chamar a atenção para a grandiosidade da vida, da mesma forma como o nascimento de um filho o faz.
Essa consciência da nossa condição temporária neste mundo e da nossa eternidade como filhos de Deus nos vem a partir desses dois acontecimentos: o nascimento e a morte.
Encarar a morte de um ente querido pode abrir, então, nossos olhos para a luz da compreensão da nossa existência: Será mesmo a morte tão definitiva? A natureza nos diz que não!
Podemos nos tornar mais fortes e confiantes nesses momentos de provação, se os aproveitarmos para compreender a grandeza e a beleza da vida que Deus nos deu.
Pense sobre isso!
Um abraço e muita Paz!
Gilberto Cabeggi

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Saia da sua zona de conforto e potencie a sua vida - por Miguel Lucas

A nossa sociedade encoraja-nos para a obtenção do conforto. A grande maioria dos produtos e serviços são pensados, desenhados e publicitados dia após dia para nos sentirmos mais confortáveis, e ainda bem. O conforto que tanto procuramos e lutamos para obter é sem qualquer tipo de dúvida uma mais valia na vida de todos nós. Facilita-nos a vida, reconforta-nos depois de um dia extenuante de trabalho, revitaliza-nos o corpo e a mente, por tudo isto, sem sombra de dúvida que o conforto estará sempre na mira da humanidade. No entanto,  o desafio, a aventura e o incómodo são promotores do desenvolvimento e crescimento.
O desafio, talvez seja aquilo que mais coloca à prova as nossas capacidades e nos faz avançar. Acredito que o desafio e a motivação, ambas entrelaçadas irão permitir a transformação pessoal. Cada desafio que enfrentamos ou a que nos propomos são uma oportunidade para criarmos um “Eu” mais capacitado, habilidoso e realizado.

PROCURE DESAFIOS QUE MEXAM CONSIGO

Cabe a cada um de nós de forma constante e persistente procurar desafios que nos motivem. E cabe a você perceber quando se encontra aborrecido e entediado por se ter enraizado na sua zona de conforto. Para que nos seja mais fácil entender sobre o que aqui quero apresentar, importa distinguir que querermos conforto na nossa vida, não é sinónimo de vivermos sempre na nossa zona de conforto, são coisas distintas. Zona de conforto, também não se trata de um sítio ou espaço a que recorremos quando necessitamos descansar ou restabelecer energias.  Apenas a palavra é comum, o que por este facto pode induzir-nos em erro. São conceitos distintos ainda que se toquem indirectamente. Permanecer na nossa zona de conforto, está relacionado.
Durante a vida, as pessoas, de uma maneira geral, costumam acomodar-se, refugiar-se  na sua “zona de conforto”. Acostumam-se com uma certa rotina, conformam-se a um determinado modo de vida, seja no âmbito familiar, social ou profissional. No entanto, a vida é essencialmente dinâmica. Assim, é preciso adaptar-se continuamente às mudanças que ocorrem, sob pena de estagnação e marginalização.
As mudanças são desconfortáveis, trazem insegurança e ansiedade. Mas são necessárias. É preciso preparar-se continuamente para os novos desafios que se apresentam todos os dias. Tudo é impermanente. A insegurança é a regra. Não podemos contar com a estabilidade nas relações sociais, profissionais ou comerciais. A todo o momento, surgem novidades. É preciso acompanhar o progresso inevitável que ocorre a uma velocidade cada vez maior.

O QUE É A ZONA DE CONFORTO?

É o conceito base de qualquer aprendizagem, evolução ou transformação. A zona de conforto, define-se por tudo aquilo que estamos acostumados a fazer, pensar ou sentir. É o habitual e conhecido para nós próprios. Incluí experiências positivas e negativas, comportamentos construtivos e destrutivos.
Se queremos aprender ou mudar qualquer coisa, necessitamos de sair do conhecido e aventurarmo-nos no desconhecido. Isto comporta um risco: todavia não sabemos o que se passará ou se seremos capazes de controlar a situação. Por isso a tendência natural é refugiarmo-nos naquilo que controlamos, a nossa experiência até à data, que assim se converte, por sua vez, no nosso refúgio e limitação. De facto, quanto mais experiência acumulamos, mais razões teremos para nos mantermos na nossa já “ampla” zona de conforto
Citação: De vez em quando é preciso subir num galho perigoso, porque é lá que estão as frutas – Will Rogers

A DESCONFORTÁVEL ZONA DE CONFORTO

O desenvolvimento pessoal e a auto-confiança estão intimamente relacionados com a  zona de conforto. Isto acontece, porque para avançarmos, desenvolvermo-nos mais rápido e de forma mais eficiente no nosso crescimento pessoal é necessário um boa dose de confiança para sairmos daquilo que nos é conhecido, habitual e automático.
O crescimento pessoal ocorre fora da sua zona de conforto. Quando você estiver na sua zona de conforto, você não está aprendendo, nem crescendo. Fazendo aquilo que sempre fez irá obter aquilo que sempre obteve Para crescer, você deve fazer as coisas que não está fazendo neste momento.  Pense em todas as conquistas que você alcançou na sua vida. Provavelmente a maioria se não todos as vezes o resultado aconteceu quando fez algo novo, ao invés de praticar os seus velhos hábitos.
Desafio: Que novas experiência você se propõe a realizar em prol do seu desenvolvimento?
Grande parte da razão pela qual se aborda o estudo das zonas de conforto é porque este conceito torna-se um preditor confiável de como as pessoas se irão comportar ou reagir às situações, e ainda porque quando as pessoas se movimentam apenas na sua zona de conforto isso passa a ser visto como um elemento de estagnação na vida. Permanecendo a grande maioria do tempo no interior de uma zona de conforto não permitirá a expansão mental ou o desenvolvimento de novas ideias , conduzindo as pessoas para uma  relativa estagnação ao longo da vida.
Por vezes alguns fatores externos podem contribuir para a quebra da zona de conforto. Grandes tragédias ou mudanças na vida podem levar as pessoas à mudança. Acontecimentos como o 11 de setembro de 2001 em solo americano conduziram os  cidadãos dos E.U.A. a quebrarem a crença de que  a América estava de alguma forma segura de ataques de terrorismo, e isso contribuiu para a forma como os americanos passaram a interpretar qualquer evento que se seguiu.

ESCOLHA SAIR DA SUA ZONA DE CONFORTO

Deixar a nossa zona de conforto deliberadamente é uma oportunidade de crescimento pessoal, e preferencialmente não deve ser causado ​​por eventos drásticos. Os estudantes que ingressam  na faculdade por vezes são estimulados a olhar para novas ideias e interpretações, e estas podem levar o aluno a expandir mentalmente as suas zonas habituais e avaliar as coisas de maneiras novas. Na verdade, durante os anos de crescimento e desenvolvimento, as crianças e depois adultos jovens são constantemente solicitados a expandir as suas zonas, para assumir novas ideias, para analisar as coisas de forma mais complexa, e interpretar o mundo de uma forma crescente.
A grande maioria das pessoas acham que a  zona de conforto deve ser expandida apenas na juventude, e uma vez que estes estádios “crescentes” terminem com a entrada na idade adulta, as pessoas aceitam a estagnação como algo natural.  Esta ideia pode levar as pessoas a recusarem-se a mover-se mais ou pensar mais sobre as ideias que são diferentes  das suas ou que estejam fora da sua zona de conforto. E isto, inibe a possibilidade de potenciar a vida.

COMO SAIR DA SUA ZONA DE CONFORTO

Com o tempo, todos nós construímos um conjunto de hábitos de constrição e restrição em torno de nós, são aqueles hábitos que nos aprisionam numa suposta zona de conforto, e esta impede-nos de atingir todo o nosso potencial.  Logo, tais hábitos enraízam-se fora da nossa consciência, mas eles ainda determinam o que pensamos e o que podemos e não podemos fazer e o  que nos recusamos sequer a tentar. Se permitir que estes hábitos governem a sua vida, você vai ficar preso na sua própria teia. Uma teia que o vai paralisando!
Tal como as pequenas criaturas macias (pequenos pólipos de coral) que constroem os recifes de coral, os nosso hábitos começam pouco a pouco e flexíveis, e acabam construindo barreiras de “rocha maciça” em toda a estrutura mental. Dentro dos recifes, a água é tranquila e amigável. Fora desse ambiente pacífico as águas ficam mais revoltas e o ambiente mais perigoso.
Na vida as coisas acontecem um pouco como no exemplo anterior, se você está a desenvolver-se numa determinada área e  atingiu um determinado estado, aquele em que se encontra hoje, se quer continuar a progredir, você deve sair dos seus hábitos e rotinas, deve abandonar o seu recife, alargar o limites da sua zona de conforto e propor-se a explorar novas águas. Não há outra maneira. Assim como pode não haver nada de errado nos seus hábitos comuns. Eles provavelmente funcionaram bem para você no passado. Mas agora é hora de passar por cima deles e ir explorar o resto do mundo, o resto do seu potencial não usado e ainda não descoberto. Alguns dos seus medos podem estar a fazê-lo refém de si mesmo. A nossa mente é prodigiosa a construir cenários, possíveis cenários monstruosos e perigosos que podem nunca vir a acontecer, a não ser na sua cabeça.
Ninguém nasce com um manual de instruções para a vida. Apesar de todos os conselhos úteis de pais, professores e idosos, cada um de nós deve fazer o seu próprio caminho no mundo, fazendo o melhor que pode e muitas vezes fazer algumas coisas erradas. Bagunçar algumas vezes não é pecado. Mas se você ficar com medo e tentar evitar todos os erros, com comportamentos “deixa ver se consigo”, você vai perder muitas oportunidades também.
Por exemplo, muitas pessoas que sofrem de tédio no trabalho estão fazendo isso para si mesmos. Elas estão aborrecidas e frustradas porque é o que as suas escolhas causaram. Elas estão presas em buracos que cavaram para si ao tentar evitar cometer erros e assumir riscos. Pessoas que nunca erram nunca fazem qualquer outra coisa também.
Dica: Só erra quem tenta, e só quem tenta tem a possibilidade de ser bem sucedido.

Como a cultura organizacional afeta seu crescimento profissional

Como a cultura da empresa afeta seu crescimento profissional? "Cada empresa está baseada em um tipo de cultura organizacional e...